Sabiá...Até um dia!

Sabiá...Até um dia!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Clara e a Portela 2012


Programa Bom Dia Rio-Tv Globo 

No carnaval de 2012, a azul e branco de Madureira abraça Clara Nunes e lança um desafio: desfilar trazendo um samba com um formato diferente de tudo o que se fez nos últimos anos.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Nelson Motta Homenageia os 70 anos de Clara Nunes



Na Edição do Jornal da Globo dessa madrugada de sexta-feira dia 28 de janeiro de 2012 Nelson Motta em sua coluna fala da importância de Clara e a Homenageia pelos seus 70 anos. 



http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/t/edicoes/v/clara-nunes-foi-a-guerreira-da-musica-brasileira/1787866/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Marcello Schmitd Anjos e Arcanos Homenageia Clara Nunes





Hoje,dia 27 de janeiro de 2012,na madrugada,  a Rádio 
Mundial Homenageia Clara Nunes.
Programa Anjos e Arcanos com Marcello Schmitd.
http://radiomundial.com.br/aovivo/

Leve, linda e esvoaçante, Vanessa da Mata empolga o público do Festival de Verão



A leveza de Vanessa da Mata tomou conta do palco principal do Festival de Verão na noite desta quinta-feira (26). Responsável por abrir a segunda noite do evento, a cantora, que se apresenta pela primeira vez no FV, revelou: "Se eu soubesse que era assim eu teria feito esse festival há muito tempo".

De pés no chão, flor azul no cabelo, saia longa esvoaçante e se mostrando muito tranquila, Vanessa parecia estar em casa quando subiu ao palco cantando a música 'Baú'. O show seguiu com 'Vermelho' e 'Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias', canção que dá nome ao seu álbum.
Cantando 'Ê Baiana', famosa pela interpretação de Clara Nunes, Vanessa encerrou o show. Mas quem disse que o públicou deixou ela ir embora? A galera pediu bis e ela voltou cantando 'Por Enquanto' de Cassia Eller. "Estou extasiada, tocar em Salvador é muito bom", revelou a cantora logo após o show.
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/leve-linda-e-esvoacante-vanessa-da-mata-empolga-o-publico-do-festival-de-verao/

Clara Nunes recebe homenagem de Mariene de Castro e Pedro Miranda



"Um ser de luz assim que nos 'alumia' é luz de Deus em nossas vidas", diz Mariene, referindo-se à Clara Nunes
Mariene de Castro e Pedro Miranda são os protagonistas do penúltimo show da sérieContos de areia— 70 anos de Clara Nunes, que será apresentado nesta quinta e sexta, às 21h, no Centro Cultural Banco do Brasil. A cantora baiana, com três discos lançados e um DVD, tem participado de vários projetos em Salvador, entre os quais o Balé mulato, de Daniela Mercury. Ganhou alguns prêmios, como o Tim de Música de melhor disco regional pelo Abre caminho.


Sambista que, como integrante do grupo Semente, deu importante contribuição para a revitalização da Lapa, Pedro Miranda há quatro anos partiu para carreira solo e lançou os CDs Coisa com coisa ePimenteira; integrou o elenco de musicais como Sassaricando e é um dos criadores do bloco carnavalesco Cordão do Boitatá.


No show em homenagem a Clara Nunes, ele vai cantar músicas gravadas pela cantora, como O último pau de arara (Venâncio, Corumba e J. Guimarães), Vendedor de caranguejo (Gordurinha),Sabiá (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), Como é grande e bonita a natureza (Sivuca e Glorinha Gadelha), e os sambas Pra esquecer (Noel Rosa) e Anjo moreno (Candeia). Mariene de Castro será intérprete de Um ser de luz (João Nogueira e Mauro Duarte), Conto de areia (Romildo e Toninho Nascimento),Juízo final (Nelson Cavaquinho), Guerreira (João Nogueira e Paulo César Pinheiro), É doce morrer no mar (Dorival Caymmi), Ijexão (Edil Pacheco) e Canto das três raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro). Juntos, os dois farão no bis Feira de Mangaio (Sivuca e Glorinha Gadelha) e Ê, baiana(Baianinho, Fabrício da Silva, Miguel Perácio e Ênio os Santos). Os ingressos já estão esgotados. Não recomendado para menores de 14 anos.


Confira a entrevista que a cantora Mariene de Castro concedeu ao Correio.


CB - Qual sua relação com o legado de Clara Nunes?
Mariene - Esse jeito de cantar vestida de baiana fez o negro se orgulhar. Depois de tantos anos de escravidão, ela foi a primeira mulher a usar colares de conta no pescoço e dizer: “Se vocês querem saber quem eu sou, eu sou a tal mineira, filha de Angola, de Keto e nagô, não sou de brincadeira”. Isso é assumir todo negro que existia dentro do Brasil: alforriado, massacrado, esmagado, excluído. Essa saudade que Clara deixou no país tem relação com a mesma essência do que eu venho falando, do que eu sou, da minha história, do meu povo. Sendo agora uma baiana falando de si. Eu trago da Bahia toda a baianidade, no sentido da cultura, do botar torço na cabeça, de usar pulseiras, que vem da minha religião, de ser uma filha de santo, de ser adepta do candomblé, tudo isso está na minha vida.


CB - Clara é referência para seu trabalho?
Mariene - Entendi ao longo do tempo que nossos trabalhos falam da mesma essência, que têm o sentimento de quem ama e revela a cultura popular como uma filosofia de vida. A verdade da minha alma que canta através da história do meu povo. E isso Clara fez belamente.


CB - De que forma?
Mariene - Trazendo para o Brasil um país mergulhado na sua cultura, nas suas raízes. Clara se fez nordestina, baiana, filha de Santo, que cantou Roque Ferreira, Edil Pacheco. As coisas da minha terra com muita autenticidade.


CB - Você conhece o trabalho do Pedro Miranda, com quem vai dividir o palco do CCBB?
Mariene Conheço o trabalho dele há pouco tempo, mas fico feliz de ver pessoas jovens fazendo samba com tanto amor e emoção. Isso mostra a força desse Brasil que faz samba e que se renova na alma das pessoas que cultivam e guardam a nossa tradição. Fiquei muito feliz de ver no título do seu disco uma música do Roque Ferreira, que é um gênio da música brasileira nascido em Nazaré das Farinhas (Bahia). Ele é o compositor que escreve e desenha o meu repertório.


CB - Que importância tem participar do projeto Contos de Areia -- 70 anos de Clara Nunes?
Mariene - Me sinto muito feliz e honrada em participar desse projeto. Vejo como um presente de Deus, porque ele sempre escolhe a pessoas certas na hora certa. Meu repertório vai ser todo feito em homenagem a essa moça de que o Brasil sente imensa saudade. Foi uma felicidade e uma emoção muito grande receber o convite e poder cantar canções dela. Um ser de luz assim que nos "alumia" é luz de Deus em nossas vidas.
http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=13992&secao=Programe-se&data=20120126

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Memorial Clara Nunes quase pronto


Sonho embalado há vários anos por Maria Gonçalves (dona Mariquita), irmã da Guerreira da MPB, pelo prefeito, Romário Vicente, e por um sem-número de amantes da cultura, o Memorial Clara Nunes começa a ganhar contornos de realidade em Caetanópolis (MG), graças a uma emenda parlamentar do deputado Ademir Lucas e ao empenho do secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, na liberação dos recursos necessários.


Os serviços de construção do Memorial já estão em fase final. “Clara Nunes faria 70 anos em 2012. A inauguração do Memorial será mais uma homenagem, dentre outras que serão prestadas à grande cantora, a exemplo do desfile da Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, cujo enredo para o ano vindouro, dedicado a ela, recebeu o nome de ‘A Tal Mineira”’, comentou o prefeito, quando fazia visita de inspeção ao canteiro de obras, na manhã de 17 de junho, quinta-feira, acompanhado da assessora de Gabinete, Adriane Pereira da Rocha Guerra.


O Memorial Clara Nunes fica na Rua Fernando Lima, no centro da cidade, em espaço doado por Suede Gonçalves, sobrinho de Clara. Trata-se de edifício com instalações modernas e amplas, com toda a infraestrutura adequada à exposição e à conservação do acervo da cantora.

As relíquias que compõem o acervo estão sendo organizadas e catalogadas por especialistas da Universidade Federal de São João Del Rei.



http://www.caetanopolis.mg.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=102:memorial-clara-nunes-quase-pronto&catid=1:latest-news

Uma Sonora Manifestação Popular





No dia 26, tem apresentação da cantora Jéssica Giambarba, cantando repertório em homenagem a Clara Nunes, em especial, músicas de Paulo César Pinheiro que fazem menção à religiões afro-brasileiras. Três grupos apresentam esquetes teatrais na sexta-feira. O Núcleo de Pesquisa em Palhaçaria (NuPPal), com "Meu e Seu"; Grupo Colcha de Retalho, apresentando "Pastel Estragado"; e a Cia. Verdade Cênica, com "O Belo Paralelo. No fim de semana, são apresentados ainda o espetáculo infanto-juvenil "Próxima Parada: Brasil", das atrizes Larissa Montenegro e Samanta Sanford, no sábado; e "Sou Fria Sofria Sofia", no domingo, com a Cia. Fulô de Talvim, fechando as apresentações. Duas atividades de formação que fazem parte da I Vaia Para a Cultura estão previstas para fevereiro: o debate sobre "Standup Comedy" com o grupos Humorragia e Crise; e o workshop "Atores Cantantes", ministrado por Aldrey Rocha.

"O debate vai acontecer dia 3 de fevereiro, por conta da pauta do teatro", explica Aldrey. A ideia é discutir este formato de humor, bastante popular nos Estados Unidos, que começa a ganhar força no Estado. O workshop, explica, ainda não tem data marcada, mas deve ser realizado também em fevereiro.

Ode às africanidades de Clara

O tempero africano no canto de Clara Nunes é tema do espetáculo "Brasil Mestiço", que estreia nesta quarta-feira, às 19h, pela voz de Jéssica Giambarba, homenageando a cantora mineira que estaria completando 70 anos em 2012. O show faz parte da programação da I Vaia para Cultura e também será realizado no teatro do Sesc Emiliano Queiroz.

"O repertório foi elaborado de acordo com as influências das religiões afros, em especial, nas músicas do Paulo César Pinheiro", destaca Jéssica. Ela passeia ainda por outras fases da carreira de Clara, incluindo sambas-canções marcantes do início da carreira e ainda músicas de Chico Buarque e sambas-enredos. Jéssica será acompanhada por Rodrigo BZ (percussão), Vitor Santiago (violão) e Brenna Freire (cavaquinho).

Carioca radicada em Fortaleza, a interprete Jéssica Giambarba é pesquisadora da religiões afro-brasileiras e se dedica a explorar repertórios da música brasileira. Jéssica participou de projetos como "Saudades do Brasil" (2000), de Inês Lima, e do espetáculo "As Cumade" (2008), dedicado à musicalidade nordestina, produzido pelo cantor e compositor João Barbosa.

Trajetória

Nascida em 12 de agosto de 1942, a mineira Clara Nunes chegou a ser a cantora que mais vendeu disco no País, batendo a marca das 100 mil cópias. Seu primeiro LP foi lançado em 1966 e trazia uma seleção de boleros e sambas-canções, marcando a primeira fase de sua carreira, com uma seleção mais romântica. O samba propriamente dito acontece na vida de Clara a partir do segundo disco, "Você Passa e Eu Acho Graça", que era título também da música de Ataulfo Alves e Carlos Imperial que foi seu primeiro sucessos radiofônico.

Na década de 1970, ela se firmou como cantora de Samba e mergulhou na influência africana da cultura brasileira, absorvendo suas danças, ritmos e vestindo-se em alusão as religiões afro-brasileiras. Lançou discos como "Clara Clarice Clara" (1972) com as músicas "Morena do Mar", de Dorival Caymmi e "Tribulo aos Orixás", de Mauro Duarte, Noca e Rubem Tavares; e o disco "Claridade" (1975), maior sucesso de sua carreira, que trazia "O Mar Serenou", de Candeia e "Juízo Final", de Nelson Cavaquinho e Élcio Soares.

Foi também em 1975 que Clara Nunes casou com o poeta e letrista Paulo César Pinheiro. A união refletiu-se em sua carreira, passando a gravar músicas de Paulo César e do sambista João Nogueira, seu parceiro. Nos anos seguintes, lançou "Canto das Três Raças", em 1976, "As Forças da Natureza", de 1977, "Guerreira" e "Esperança", ambos em 1978.

Ela morreu em abril de 1983, ainda no auge da carreira, após sofrer uma reação alérgica ao anestésico utilizado em uma cirurgia de varizes.

Mais informações

I Vaia Para a Cultura. Até 29 de janeiro (domingo), no teatro do Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701). Sempre às 19h. Gratuito. Abertura com o musical "Companhia", do Grupo Às de Teatro. Workshop "Atores Cantantes", dia 3 de fevereiro. Programação no site: www.universidadedasartes.com.br

FÁBIO MARQUES
REPÓRTER

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096721

sábado, 21 de janeiro de 2012

Mariene de Castro emociona público com homenagem a Clara Nunes



Parte do show feito por Mariene de Castro na noite de ontem, 20/01, foi dedicada à sambista Clara Nunes. Canções como Um ser de Luz e Guerreira emocionaram o público que lotou a segunda noite do projeto Santo de Casa. “Canto com muita felicidade para essa moça que a gente sente imensa saudade”, disse Mariene após ser ovacionada pela plateia. Destaque na noite também para os duetos com Márcia Castro. Juntas, as cantoras interpretaram grandes sucessos da música brasileira como Preta pretinha e Samba pras Moças. Mesmo debaixo de chuva, o público não desanimou e continuou sambando ao som de músicas inéditas que estão no novo álbum Tabaroinha e outras já consagradas a exemplo de Ilha de Maré. “Mãe Oxum mandou a chuva na hora certa. Sintam-se lavados e abençoados”, disse a intérprete. Quem também subiu ao palco do Espaço Cultural da Barroquinha para cantar ao lado da intérprete baiana foi o Cortejo Afro. Já o show de abertura do Santo de Casa foi comandado pelo grupo popular Raízes de Santo Amaro. O Santo de casa segue nos dias 03/02 e, logo após o Carnaval, no dia 24/02.
http://www.noticianahora.com.br/BA/noticia/mariene-de-castro-emociona-publico-com-homenagem-a-clara-nunes/106482#.Txti3aVYt2A

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Clara Nunes nos “Melhores Momentos do Aplauso”



Nos “Melhores Momentos do Aplauso “ deste domingo(22), das 10h ao meio dia, pela Educativa FM(107,7MHz) os fãs deClara Nunes e os ouvintes vão conferir uma edição especial do programa Aplauso dedicada inteiramente à artista.
Conhecedora das crenças e tradições afro-brasileiras, ClaraNunes foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, derrubando um tabu segundo o qual mulheres não vendiam disco. Durante o programa os ouvintes irão conferir um pouco da história, do talento e da intensidade de uma das cantoras que mais emocionou o país.
A morte de Clara Nunes por insuficiência cardíaca ocorreu no dia 2 de abril de 1983, na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, quando a cantora tinha 39 anos de idade. Antes de vir à óbito, ela havia permanecido por 28 dias em estado de coma, tendo sido acometida por morte cerebral após sofrer uma anafilaxia durante uma cirurgia para retirada de varizes nas pernas em 5 de março daquele mesmo ano. Assim, o Brasil perdia uma das cantoras mais populares da época.
No repertório desta audição especial, os ouvintes vão se emocionar com Clara Nunes interpretando “Ai Quem Me Dera”, de Vinícius de Moraes; “Risos e Lágrimas”, de Nelson Cavaquinho, Ribeiro e Brandão; “Meu Sofrer”, de Bide e Marçal; “Você Passa Eu Acho Graça”, de Ataulfo Alves e Carlos Imperial; “Lama”, de Mauro Duarte. Além de dueto com Marisa Gata Mansa e Martinho da Vila, dentre outras interpretações.
O Aplauso tem a pesquisa e produção musical de Givaldo Kleber, trabalhos técnicos de Edson Silva e apresentação de Elias Ferreira. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

'Acreditamos muito nesse Carnaval', diz Jack Vasconcelos

foto: Luana Freitas



O SRZD-Carnaval foi até o barracão da escola de samba Paraíso do Tuiuti, no centro da cidade, conversar com o carnavalesco Jack Vasconcelos sobre o desenvolvimento do Carnaval da atual campeã do Grupo de Acesso B, que levará para a Marquês de Sapucaí o enredo "Clara Nunes - A Tal Mineira". Jack resumiu o andamento dos trabalhos e destacou o investimento do presidente Renato Thor na estrutura das alegorias.
"Nosso barracão está adiantado e temos praticamente 80% do trabalho desenvolvido. Todo o trabalho grosso, pesado mesmo, já foi concluído e a dedicação é intensa", explicou o carnavalesco.
"Este ano nós investimos muito em ferro, madeira e tudo é novo. O presidente Thor investiu realmente nisto e priorizou dar uma reformulada no design dos carros e no visual da Tuiuti. Todos nós trabalhamos com muita vontade e acreditamos muito nesse Carnaval", completou.
Jack relatou a participação da comunidade e o apoio no tema desenvolvido.

Tributo a Clara Nunes



No próximo dia 20 a Unidos do Ladeira promove uma grande festa em homenagem a grande sambista Clara Nunes. Durante o evento, também serão apresentadas as fantasias para o carnaval 2012.
A escola convida toda comunidade do samba a prestar esta homenagem para ela que este ano novamente será o tema do enredo da agremiação, Clara, clareia, clareou, 70 anos da Guerreira.
Show com Sandra Portela e bateria Esquadrão Choque Nervoso.
Local: Clube Dom Pedro II
Horas: 20hrs
Diretoria Infoma: ingressos esgotados

O encanto de Luiz Jasmin



O encanto refletido pela inteligência e beleza, única e esplendorosa, das mulheres. Capazes de mudarem o rumo de uma história e, como diria Arthur Schopenhauer: A mulher é um efeito deslumbrante da natureza. A grandeza de Luiz Jasmin, plural nos seus talentos, em traduzir a singularidade das mulheres que, de alguma maneira, passaram pela sua vida. Entre elas, Danuza Leão, Yolanda da Costa e Silva, Maria Bethânia e Tânia Alves. A cada mulher, uma nova experiência, um novo sentimento.
Os relatos de Jasmin nos remetem a um profundo mergulho no encanto exalado por mulheres do mundointeiro. Mulheres, essas, possuidoras de uma força sentimental invejável, e que vão muito além dos estereótipos comumente relacionados a este gênero. Algumas delas alcançaram a fama, estiveram nos holofotes da mídia. Outras, mais discretas, fizeram parte de uma plateia que assistia ao crescimento de tantas mulheres que bem representaram a independência e autonomia do sexo feminino. Mas todas elas são, sobretudo, marcantes, guerreiras, exemplos de vida e perseverança.
Tive a honra de ser convidado a prefaciar essa obra que relembra, além de um seleto universo feminino que fez parte da vida desse artista, lugares e pessoas memoráveis. Cada um com infinitas particularidades e boas lembranças, que, agora, Luiz Jasmin nos dá o prazer de conhecer e desfrutar desse universo encantado vivido por ele. Além disso, a obra conta com registros fotográficos que, certamente, engrandecem o valor dessa obra com imagens que são verdadeiras relíquias. São fotos curiosas, inéditas, poéticas, charmosas, oriundas de um álbum de família ou, quem sabe, de um álbum de viagem, podendo, ainda, terem sido, em algum período, retratos esquecidos dentro de uma gaveta. Mas, hoje, chegam como um convite para reviver a época retratada, para conhecer a mulher registrada, imagens que ilustram o encanto perpassado pelas belíssimas histórias.
Uma das passagens que, seguramente, chamará a atenção e marcará a todos que tiverem a oportunidade de ler esta obra literária é a experiência de Jasmin vivida em Nova Iorque. Lá, ele conheceu, e encantou, o renomado artista plástico Salvador Dalí, que se tornou, rapidamente, e após um singular episódio em um bar, grande amigo do autor desse livro. Outro destaque é a rica descrição do episódio em que o escritor teve o seu primeiro contato com o talento musical da magnífica Maysa. Uma bela e peculiar história, de encher os olhos e a imaginação de qualquer um. O encanto, à primeira vista, de Jasmin por Carmen Miranda também deu origem a uma passagem belamente relatada.
A obra, que também traz vivências cotidianas, físicas, sentimentais de Luiz Jasmin com Tânia Carrero, Zuleica Raposo e Clara Nunes, tem, ainda, a linda e emocionante história da sua encantada amizade com a cantora Maria Bethânia e as belíssimas capas dos discos dela ilustradas por este grande artista. De fato, um encanto de prosa, do começo ao fim. Ele retrata, de maneira inexplicável e, ao mesmo tempo, louvável, a alma e a grandeza da mulher, que independe do seu país natal, da sua idade, da sua profissão, do título de sexo frágil. Elas agem com o coração. Possuem a força e a coragem de uma mãe, a lealdade de um amor, e o companheirismo de uma amiga.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Vanessa da Matta encena Clara Nunes em ensaio técnico



A cantora esteve no ensaio técnico da Portela, neste sábado, 14, no Rio.

Debutando na passarela do samba, Vanessa daMatta era só emoção no ensaio técnico da Portela, que aconteceu neste sábado, 14, na Sapucaí. A cantora, que representará Clara Nunes no desfile, falou de sua emoção: "Fiquei honrada com o convite e muito feliz de estar aqui. Será que estou à altura dessa mulher? ", disse.

Vanessa também falou sobre representar Clara Nunes: "As pessoas me dizem que eu pareço com ela. Está sendo muito interessante. Minha avó era baiana e eu tive muita influência dela, acho que por isso fica mais fácil na hora de representá- la", finalizou.

http://ego.globo.com/carnaval/2012/noticia/2012/01/vanessa-da-matta-encena-clara-nunes-em-ensaio-tecnico.html

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Contos de Areia - Monarco e Verônica Ferriani


Horário: 21h | Local: Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (SCES Trecho 2, lote 22).

De 12 a 13 de janeiro o cantor Monarco e Verônica Ferriani integram a série Contos de Areia - 70 anos de Clara Nunes, qeu traz ao palco do CCBB Brasília shows inéditos nas vozes de 12 destacados intérpretes da música brasileira, que se apresentarão em duplas, de 12 a 29 de janeiro, em cada um dos seis espetáculos da série. Mais importante do que as atrações, no entanto, é o repertório de Clara Nunes que o público de Brasília vai ouvir novamente ao vivo. Ao longo de seus seis shows, a série apresenta quase uma centena de canções registradas pela cantora.
Monarco  e Verônica Ferriani, Joyce e Teresa Cristina, Delcio Carvalho e Maira, Nei Lopes e Nilze Carvalho, Mariene de Castro e Pedro Miranda, e Elton Medeiros e Fabiana Cozza são as duplas de bambas convidadas a nos presentear com o legado de Clara Nunes, esta notável cantora mineira, que deixou um rastro de luz, encantamento e amor à música e ao próximo. As duplas de intérpretes serão acompanhadas por banda especialmente formada para a série. "Ninguém jamais cantou sambas como Clara Nunes. A ideia é homenagear a cantora e trazê-la para o tempo presente. Clara foi a primeira mulher na história do país a bater o recorde de cem mil cópias vendidas e ainda desmistificou o preconceito com as religiões de origem afro-brasileiras", explica Monica Ramalho, uma das curadoras.

Vanessa da Mata participa de ensaio técnico da Portela


A cantora Vanessa da Mata, que irá representar Clara Nunes no enredo: “... E o povo na rua cantando. É feito uma reza, um ritual", estará no primeiro ensaio técnico da Portela neste sábado (14), a partir das 22h, na Marquês de Sapucaí.

A escola está preparando uma grande festa e promete muita garra e entrega no treino do fim de semana.
A concentração da agremiação será às 20h, ao lado dos Correios, na Avenida Presidente Vargas. A direção da azul e branco de Oswaldo Cruz espera contar com a presença maciça dos torcedores e a lotação de todas as arquibancadas do Sambódromo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O SHOW MAIS ESPERADO DE 2012


Com curadoria de Monica Ramalho e Luís Filipe de Lima, também diretor musical e arranjador, a série CONTOS DE AREIA – 70 ANOS DE CLARA NUNES leva ao palco do CCBB Brasília shows inéditos nas vozes de 12 destacados intérpretes da música brasileira, que se apresentarão em duplas, de 12 a 29 de janeiro, em cada um dos seis espetáculos da série. Mais importante do que as atrações, no entanto, é o repertório de Clara Nunes que o público de Brasília vai ouvir novamente ao vivo. Ao longo de seus seis shows, a série apresenta quase uma centena de canções registradas pela cantora.
Monarco e Verônica Ferriani, Joyce e Teresa Cristina, Delcio Carvalho e Maira, Nei Lopes e Nilze Carvalho, Mariene de Castro e Pedro Miranda, e Elton Medeiros e Fabiana Cozza são as duplas de bambas convidadas a nos presentear com o legado de Clara Nunes, esta notável cantora mineira, que deixou um rastro de luz, encantamento e amor à música e ao próximo. As duplas de intérpretes serão acompanhadas por banda especialmente formada para a série. “Ninguém jamais cantou sambas como Clara Nunes. A ideia é homenagear a cantora e trazê-la para o tempo presente. Clara foi a primeira mulher na história do país a bater o recorde de cem mil cópias vendidas e ainda desmistificou o preconceito com as religiões de origem afro-brasileiras”, explica Monica Ramalho, uma das curadoras.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mensagem de Clara à Humanidade


Que haja PAZ entre os homens de boa vontade!
SÓ O AMOR CONSTRÓI!
Salve Clara,meu amor ETERNO!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Martinho da Vila: Viva Minas Gerais


Rio - Passei uns dias ótimos em Minas, onde fiz um espetáculo e uma palestra. O show foi no dia quatro, dia de Inhansã. Eparrê Oiá! Salve Santa Bárbara! Este é o nome da antiga cidade mineira, que completou 307 anos. A festa foi grande, com muita gente dos municípios vizinhos e o prefeito Mário Celso reinaugurou o centro histórico, iluminado especialmente para o Natal. Santa Bárbara é conhecida como a cidade do mel e é terra de Afonso Pena, primeiro mineiro a ser presidente da República. A palestra foi de comemoração do 25º aniversário do Sempre Um Papo, evento literário.

Foi emocionante estar em um teatro de cerca de 1.000 lugares, quase lotado de gente interessada em ouvir a minha conversa intermediada pelo Afonso, o produtor, e papear conosco, inclusive o governador Antônio Anastasia. Depois eu fiquei um bom tempo autografando o meu novo livro, ‘Fantasias Crenças e Crendices’ (a Editora Ciência Moderna mandou 200 exemplares e todos foram vendidos). O show em Santa Bárbara e a palestra em Belo Horizonte foram bons, mas ótimas mesmo foram as comidinhas mineiras que saboreei. Em Catas Altas, cidadezinha próxima à Santa Bárbara, foi onde eu comi melhor.

Degustei uma costelinha de porco com ora-pro-nobis, verdura rica em proteína que compõe a iguaria que provei pela primeira vez em João Monlevade, na casa da Família Alcântara, grupo vocal que participou do Concerto Negro. Em BH não deixo de ir ao Restaurante Dona Lucinha, muito bom. Sou mineiro honorário com título dado pela Assembléia Legislativa de MG. Fui condecorado com medalhas e comendas mineiras, mas a minha ligação com Minas Gerais é de nascença, pois Duas Barras,RJ, onde nasci, é caminho para a “terra do pão de queijo”, mas fui criado no Rio, num morro meio amineirado, a Serra dos Pretos Forros, na Boca do Mato. Cresci ao som de sanfonas ouvindo calangos e acompanhado folias de reis. Minas Gerais gerou grandes compositores identificados com o samba como João Bosco, Ataulfo Alves, o maior, e Xangô da Mangueira (“Quando eu vim de Minas/ Trouxe ouro em pó quando eu vim”, este um grande sucesso da Clara Nunes, na minha opinião a mais bela voz do Brasil de todos os tempos).

E nos deu outras cantoras como a Aline Calixto, que vem chegando devagar. Um dos meus maiores sucessos é ‘Mulheres’, do mineiro Tuninho Gerais, mas o que me emociona é a ‘Congada de Minas Gerais’, uma cantoria da cidade de Machado que eu gravei no LP O Canto das Lavadeiras. Dedico esta crônica ao poeta Drummond e ao Afonso Borges, que há 25 anos produz eventos culturais.

E-mail: palavradesambista@martinhodavila.com.br

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Livro desfila o Brasil do sertão e a vida do sertanejo


Segundo romance de Paulo César Pinheiro narra a dura vida dos trabalhadores do campo na época dos coronéis. O protagonista foge de um crime que cometeu e em sua fuga mostra as agruras do homem do campo.

Por Marcos Aurélio Ruy*

O livro “Matinta, o Bruxo” (1) tem como gancho principal duas parcerias do autor em músicas baseadas em obras do escritor João Guimarães Rosa (1908-1967), uma “Matita-perê”, em parceria com Tom Jobim e outra, com João de Aquino, batizada com o nome da obra homônima do escritor “Sagarana”. É o carioca urbano inspirando-se no sertão do país com todas as suas vicissitudes.

Em seu primeiro romance “Pontal do Pilar” (2008), Pinheiro já mostra a influência da obra do grande escritor mineiro, agora ressaltada. Paulo César Pinheiro narra a vida de João, um trabalhador do campo que flagra sua mulher na cama com o filho do patrão. Capa o sujeito e mata a companheira Doralinda, como se lavasse sua honra em sangue, fato muito comum ainda hoje em que a violência contra as mulheres campeia Brasil afora, muitas vezes sem punição.

Na fuga de João - o protagonista - para escapar dos capangas do coronel, com sede vingança, surge o Brasil do sertão com sua pobreza e submissão aos donos da terra e dos meios de produção, onde os direitos são decididos na bala. Haja vista tantos assassinatos de representantes dos trabalhadores do campo no país, que permanecem impunes. Nisso reside a atualidade e a grande qualidade da obra de Paulo César Pinheiro.

Logo no início ele escreve: “ Compadre Amâncio me dizia: - O mundo é no bem e no mal dividido. Ninguém pode ser demais em nada. Nem na felicidade. Sempre fora sábio o compadre, mas me soava equivocada aquela sentença. – É erroso quem tem o que quer que seja em demasia.”

O livro nos arremata ao Brasil que necessita de muitas mudanças, de um povo que “merece mais respeito”, com dizem Milton Nascimento e Fernando Brant. Mas apresenta a vida dos brasileiros do interior com suas crendices e suas maneiras de encarar o mundo do jeitinho do brasileiro forjado por anos de maus-tratos sofridos. Em outro trecho o autor escreve que o personagem “jiboiou sob a copa de um jequitibá real, nos fundos da igrejinha do outeiro, e sonhou. Sonhou com Doralinda, com os Gerais do olho de Doralinda, e com seu sorriso ardiloso de putana e conclui: “jeito de menina ingênua em corpo de meretriz. Alma gêmea de qualquer um”.

Vale a leitura deste romance do letrista de canções como “Lapinha” (com Baden Powell), “Lá Se Vão Meus Anéis” (com Eduardo Gudin) e “Menino Deus” (com Mauro Duarte), garantias da qualidade do autor. Paulo César Francisco Pinheiro nasceu no Rio de Janeiro, tem 62 anos e foi casado com a grande cantora Clara Nunes, morta prematuramente em 1983, aos 40 anos.

*Colaborador do Vermelho
(1) Paulo César Pinheiro. Matinta, o Bruxo. São Paulo, Editora Leya, 2011

Trecho do livro
“No aveludar do dia foi contabilizar o estrago. Com a frieza que adquiriu em campanha, despiu a jagunçaria, separando o que lhe era de préstimo. Avultou ucharia e arsenal par romaria forçada. Acondicionou tudo em dois balaios, agafanhados no lombo de cavalgadura. As armas dissimulou como pôde. Empilhou os corpos e ateou fogo. A fumaceira disseminou o fedor de carne torrada por todo o vale. A cremação funcionaria par outros como alerta de fúria. Talvez desistissem da missão de preagem os que se deparassem com os carbonizados. E seguiu em frente pra subseqüente estação.
Foi bater, com mais dia e meio de entremontes, em /cachoeira Santa, arraial espetado em desfiladeiro de cataratinhas. Manancial de regos escavando sangas, deslizando por escarpas, formando cortina d’água, branca como mantilha de nubente. Ao pé da cascata rendada, reentrância pedrenta na rocha, com imagem de milagrosa. Relicário sagrado dos cachoeirenses. Foi saber do enigma depois.
Arruado mimoso distribuído dos dois lados da corrente líquida. Florescências multicoloridas, imitando os ribeiros, se entornavam pelos telhados e paredes, em catadupa de arranjos desenhados pelas mãos do acaso, ao léu da primavera ali jubilosamente perenizada. Pareciam moradias de fadas e gnomos. Aldeola de varinha de condão. Encantamento regressou-lhe à alma. Enfeitiçado, sentou à margem do marulho e resolveu se maravilhar. Concentrado, não viu sinhazinha morena se chegando com cântaro de barro no braço, apoiado na curva da cintura. Surgia como materializada ninfa da fonte mágica. Redobrou o maravilhamento.

- Boa tarde – disse a entidade.

- Tarde - balbuciou o embruxado.

- Vi o moço tão entretido. Pensando na vida?

- Senhora, não. É a beleza do rio carregando flor. Tô admirado.

- Faz bem. É graça de Deus. Quem vem de fora aprecia. É abençoado. Nasci à beira dele. Deixa eu me apresentar. Sou Rosália.

- Me chamo Pedro. Prazer.

Doeu mentir pra aquela uiarazinha, mas Matias deixara de existir depois de Zeferino aprender-lhe a alcunha, e João transitava incógnito. Evitava, sendo Pedro, risco pra ele e possível apuro pra tão meiga pétala”.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

'Para 2012, tudo está conspirando a nosso favor', diz Gilsinho


Ano de estreia do carnavalesco Paulo Menezes na Portela, com um enredo que falará sobre as festas populares da Bahia e, como o próprio Paulo vem enfatizando, o tema terá ainda a cantora Clara Nunes como fio-condutor, e com um samba-enredo que já caiu nas graças do público, dos torcedores e da comunidade. Esta é a Portela se preparando para o Carnaval de 2012. Responsável por cantar, encantar e emocionar todos os presentes na Marquês de Sapucaí entoando o hino oficial da Majestade do Samba no dia do desfile, o intérprete Gilsinho conversou com o SRZD-Carnaval sobre os ensaios da azul e branca e contou como lida com a rotina que antecede o grande dia.

"A Portela está indo muito bem. Nossa quadra está em reforma então estamos ensaiando na rua, em frente a Portelinha. Os ensaios estão enchendo, a comunidade está cantando e o samba funcionando muito bem", relatou.

"No período da disputa de samba, poderiam ter acontecido escolhas que mudariam a história desse Carnaval. Mas graças a Deus deu tudo certo, e tudo está conspirando a nosso favor", destacou.

Gilsinho ressaltou um dos diferenciais deste samba-enredo que acarretou neste grande sucesso.

"Este samba é bem alegre e tem 3 refrões. Então, quando começa a dar aquela "caída" que o componente vai relaxando, ele cresce novamente e anima o público de novo", explicou.

O intérprete aproveitou a oportunidade, para elogiar a competência do carnavalesco Paulo Menezes.

"O Paulo está chegando agora na escola, e já chegou fazendo um trabalho maravilhoso. O projeto dele é excelente, com carros muito bonitos, tudo de 1ª categoria", afirmou.



Ele comemorou o bom momento da agremiação e revelou também suas estratégias para manter uma boa performance durante a maratona de ensaios.

"Precisamos continuar com os trabalhos e com esse clima positivo para fazer um grande desfile e emocionar a Sapucaí", disse

"Eu tenho um preparador vocal, faço aulas de canto e também evito beber coisas muito geladas", completou.

Gilsinho, que teve passagens pelo Carnaval de São Paulo, citou a festa paulista como um acontecimento que está em constante evolução e crescimento, porém, reforçou que "o maior espetáculo da terra" realizado na avenida Marquês de Sapucaí ainda é referência.



"O Carnaval de São Paulo está indo muito bem e vem crescendo a cada ano que passa. Mas os dois desfiles são bem diferentes e acredito que a festa que acontece aqui no Rio, ainda é referência e o point dos turistas", afirmou.

O intérprete da azul e branca de Oswaldo Cruz e Madureira deixou uma mensagem de Natal para o público, e um recado para os portelenses.

"Quero desejar a todos um feliz Natal, e pedir que os portelenses continuem participando dos ensaios, com garra e fé. Vamos chegar na avenida com o dever de casa pronto, tocar o coração do público, o coração dos jurados, para que na quarta-feira de cinzas todos tenham uma bela surpresa", pediu.

A Portela, que desenvolve o enredo "E o povo na rua cantando. É feito uma reza, um ritual...",  será a 2ª a desfilar, no dia 19 de fevereiro, domingo de Carnaval.


foto: divulgação

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Obra de Clara Nunes será cantada no CCBB Brasília



Com curadoria de Monica Ramalho e Luís Filipe de Lima, também diretor musical e arranjador, a série CONTOS DE AREIA – 70 ANOS DE CLARA NUNES leva ao palco do CCBB Brasília shows inéditos nas vozes de 12 destacados intérpretes da música brasileira, que se apresentarão em duplas, de 12 a 29 de janeiro, em cada um dos seis espetáculos da série. Mais importante do que as atrações, no entanto, é o repertório de Clara Nunes que o público de Brasília vai ouvir novamente ao vivo. Ao longo de seus seis shows, a série apresenta quase uma centena de canções registradas pela cantora.
Monarco e Verônica Ferriani, Joyce e Teresa Cristina, Delcio Carvalho e Maira, Nei Lopes e Nilze Carvalho, Mariene de Castro e Pedro Miranda, e Elton Medeiros e Fabiana Cozza são as duplas de bambas convidadas a nos presentear com o legado de Clara Nunes, esta notável cantora mineira, que deixou um rastro de luz, encantamento e amor à música e ao próximo. As duplas de intérpretes serão acompanhadas por banda 
especialmente formada para a série. “Ninguém jamais cantou sambas como Clara Nunes. A ideia é homenagear a cantora e trazê-la para o tempo presente. Clara foi a primeira mulher na história do país a bater o recorde de cem mil cópias vendidas e ainda desmistificou o preconceito com as religiões de origem afro-brasileiras”, explica Monica Ramalho, uma das curadoras.
Para o curador, arranjador e diretor musical Luís Filipe de Lima, “os seis shows oferecem um painel extenso e variado de seu repertório. Entre as mais de 200 músicas gravadas por Clara, o destaque vai para a variedade de compositores (de Nelson Cavaquinho a Chico Buarque, passando por Cartola, Vinicius, Candeia e Sivuca) e também para a variedade de gêneros: Clara, afinal, firmou-se como cantora de samba, mas interpretou com igual carisma o repertório romântico de seu início de carreira e também baiões, cocos, afoxés, valsas. Era uma cantora superlativa”, adianta ele.
Vídeos e mesa-redonda
Em meio aos shows, serão exibidos pequenos vídeos que revelam um mosaico de histórias e impressões sobre Clara Nunes do ponto de vista de pessoas próximas (entre eles Alcione, Sergio Cabral, Agnaldo Timóteo, Guinga e Adelzon Alves, além de todos os cantores da série) e também através do depoimento de pessoas flagradas na rua. A ideia aqui é mostrar o quanto de sua memória está na boca do povo. E, para quem quiser saber ainda mais sobre a homenageada, haverá uma mesa-redonda na segunda semana de CONTOS DE AREIA – 70 ANOS DE CLARA NUNES. Participarão o produtor e pesquisador Herminio Bello de Carvalho, o cantor e compositor Nei Lopes e o jornalista Vagner Fernandes, biógrafo da cantora.


A assessoria de imprensa é de Rodrigo Machado, do Território Cultural. Você encontra o rapaz no e-mail: drigo.machado@gmail.com. E para achá-lo rapidinho, ligue (61) 8175.3794.

Portelenses saem satisfeitos da apresentação dos protótipos das fantasias

A Portela realizou a apresentação de seus protótipos nesta quinta, no clube River, na Piedade. Muitos não entenderam a mudança da data, que seria dia 5, mas o dia 8 de dezembro é comemorado o dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da agremiação. Um altar de tirar o fôlego foi montado na quadra, trazendo imagens de santos, e o chão foi rodeado de folhas de mangueira. Ao fundo do altar um telão com clipes de musicas de Clara Nunes.

Os componentes, torcedores e visitantes que chegavam ao local, muitos desses apresentavam um largo sorriso no rosto, seria uma satisfação com o que estavam vendo? Pode-se dizer que sim. O espaço foi liberado às 21h, tudo bem arrumado na quadra principal do clube, com as 35 fantasias espalhadas na ordem de desfile.

A escola vai começar contando sobre sua chegada à Bahia, depois sobre as festas no mar, aos santos e padroeiros, em seguida faz um grande apanhado de festas do estado, e finaliza com festas da própria agremiação e uma homenagem à torcida da agremiação. Fantasias leves, bem acabadas, com uma diversidade de cores (o ponto alto para muitos presentes), muitas delas com plumas, e uma plateia muito satisfeita com o que foi apresentado.

Em entrevista ao CARNAVALESCO, uma das baianas da agremiação, Maria Helena, que já desfila na escola há oito anos, se disse muito satisfeita com sua fantasia e com o clima que circula na escola: - Está muito linda. Linda demais. Estou emocionada. Temos como desenvolver muito bem pela Avenida. Esse ano está muito bom o clima aqui dentro. Era um samba que todos queriam.

O carnavalesco da escola, Paulo Menezes, que assina seu primeiro trabalho na escola, também falou sobre os setores e as fantasias: - A gente divide as festas por categorias. Começamos pelas lavagens que representam riquezas e a purificação, depois vamos para as festas das águas, em seguida as festas africanas e católicas, depois as festas do povo até chegar nas festas portelenses. Como o portelense comemora e festeja na Avenida. As plumas são uma característica da escola, então quando chegamos a uma agremiação procuramos aliar nosso gosto ao da escola.



Menezes também frisou sobre os pesos das fantasias e sobre o cuidado com as alas comerciais:

- Desde o início nós queríamos um carnaval onde a escola pudesse brincar na Avenida, onde a escola pudesse flutuar, e isso casou com um samba que vai ao encontro do projeto da escola. Então eu tenho certeza que a Portela vai passar como uma pluma na Avenida. A direção de carnaval da escola tem que criar meios de fiscalizar o trabalho das fantasias comerciais.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Casa de Clara Nunes foi doada à terra natal da cantora

Durante cerimônia realizada na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, no início de novembro a Cia. Cedro e Cachoeira com a intermediação do secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, entregou oficialmente ao município mineiro de Caetanópolis a chave da casa onde nasceu a cantora Clara Nunes.
Além do secretário de Estado de Governo estiveram presentes ao evento, dentre outras personalidades, o presidente da Cedro e Cachoeira, Aguinaldo Diniz Filho; Fábio Mascarenhas, diretor da Cedro e Cachoeira; o deputado federal Rodrigo de Castro e o deputado estadual Célio Moreira. Receberam a benfeitoria, em nome de Caetanópolis, o prefeito, Romário Vicente Alves Ferreira, a secretária municipal de Cultura, Adriana Andrade, e a presidente do Instituto Clara Nunes, Maria Gonçalves, dona Mariquita, irmã e madrinha da Guerreira.
A história da Cedro, Clara Nunes e Caetanópolis se confundem. Já existe a Casa de Cultura e o Festival Clara Nunes, que caminha para a sétima edição, e será inaugurado, em breve, o Memorial Clara Nunes onde será preservado todo o acervo da imortal cantora. Com a aquisição da casa onde nasceu a artista será formado um verdadeiro complexo turístico em torno do nome da história dela.
Confira fotos da cerimônia: