Sabiá...Até um dia!

Sabiá...Até um dia!

terça-feira, 2 de abril de 2013

30 anos Sem CLARA NUNES!


Há 30 anos atrás, num dia 2 de abril de 1983, nós brasileiros, perdíamos a maior expressão da nossa música popular brasileira: Clara Nunes.
Estava na casa de minha tia, quando uma de minhas primas a Maninha, chegou e me disse: morreu Clara Nunes! Aquela dor, era uma dor idêntica a dor sentida por um ente-querido, um consangüíneo nosso, que parte assim, sem dizer adeus!
A matriz africana, vivenciada e explicitada de forma nobre por Clara Nunes , foi sem sombra o maior afago à cosmovisão africana no Brasil, que já tivemos no cenário musical . Clara Nunes mostrou ao mundo o quanto é bonito ser negro. O quanto o sangue negro misturou-se ao mosaico cultural e deixou o Brasil um povo que sobrevive as adversidades cantando, mesmo que seja de dor! Mestiça, Clara ficou a vontade com seus cabelos crespos, suas roupas de religião, seus colares de contas e seus pés nus e muito bronzeamento para sua cor morena se tornar negra.
Esse resgate de identidade negra, somou-se a uma voz perfeita na entonação de cultura afro-brasileira, com expressões e mapeamentos musicais de resgate desta identidade, e foram despencando no cenário musical brasileiro jongos, maracatus, frevos, congadas, sambas de enredo, samba canção, toadas, toques de candomblé, folclore e muita fé no que fazia. Isso fez a auto-estima do povo negro, discriminado na sua cultura, subir e eleger Clara Nunes a nossa maior cantora, isso no Brasil negro, que a consagrou nas vendagens de discos. Clara se tornou um fenômeno, o mesmo povo que ela acarinhava com suas canções, era quem fazia dela uma rainha. O outro Brasil não negro,racista, discriminador, abastado, das elites, é óbvio escolhera outra cantora para representá-lo, mas teve que render-se ao talento da cantora caipira, vinda do interior e que em plena ditadura militar entoava cantos de louvor e hinos de luta como Canto das três raças.
O congraçamento das etnias brasileiras, e o sonho de equidade social, se manifestavam na cantora, quando sem esquecer suas origens, ia em busca dos compositores populares e se a música não arrepiasse, e não tocasse primeiro seu coração, ela não gravava. Seguia os referenciais do povo entre morros, terreiros,Continente Africano e o mundo afora, na busca do popular sem ser popularesca. 
Furava o bloqueio masculino e tornou-se um fenômeno de vendas. Vendia milhões de discos. No país do carnaval, nunca Clara teve em vida um especial na maior TV brasileira. Levou essa mágoa para a eternidade. Essa invisibilidade da representante autêntica do povo brasileiro, só foi sacudida pela morte prematura da artista. E dai? Daí que depois que Clara morreu, mais uma vez o mundo do poder, não negro, voltou-se para lágrima e dor do povo brasileiro, mais como manchete da confusão do enterro que reuniu mais de 50.000 pessoas no Rio de Janeiro, do que verdadeiro respeito pela artista,pela mulher de fibra, determinada,que nunca traiu seus princípios do cantar como missão, em forma de oração, lenitivo necessário para revelar a face de um povo, sua leveza, de rara beleza, e fé na sua grandeza.Não era atoa, o apelido de Sabia, quantas vezes observamos esse pássaro a cantar, com sol ou chuva lá está ele. Clara realmente, pássaro cantante. 
Texto de Baba Xandeco - SC





Se alguém falasse pra Clara Nunes que 30 anos depois de sua morte, ela seria homenageada e lembrada com amor e devoção, certamente ela sorrisse e passasse a deferência pra Elis Reginaou Eliseth Cardoso. Era assim, a personificação da simplicidade e sem vaidade. Hoje considerada uma Orixá e amada por mais pessoas de quando era viva, estaria no trono de defensora da verdadeira cultura popular, aquela nascida nos morros, favelas,cidades do interior, feita por gente simples e inteligente. Daria voz aos novos compositores e defenderia o samba com muita garra,paixão e emoção. Morta é um tapa na cara das sem talento, viva constrangeria as pré fabricadas. Talvez não lançasse mais suas músicas no Fantástico, mas lotaria teatros e ginásios em seus shows. Seu sorriso seria esperado no desfile da Portela como símbolo de devoção a causa azul e branca. Mas como diz o samba enredo Contos de Areia - " Na ginga do estandarte Portela derrama arte neste enredo sem igual, faz da vida poesia e mostra sua alegria em tempo de Carnaval", sua lembrança nos dá a certeza que um dia uma sabiá cantou pelo mundo e foi morar na constelação dos Orixás. Minha singela homenagem àquela que soube cantar como poucos e nunca desafinou nem fugiu ao desafio de provar que a verdadeira missão do artista é servir seu povo e sua arte. Dói sua ausência,mas é reconfortante saber que não está dividindo espaço com quem não tem talento. Clara mesmo depois de morta canta melhor que muita gente viva.


Texto de HEITOR SILVA - São João Del Rei


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Já a venda o DVD Homenagem à Clara Nunes de Mariene de Castro




Faixas do DVD:

1. Minha Missão
2. Guerreira
3. Menino Deus
4. Feira De Mangaio
5. Coisas Da Antiga – Part.: Zeca Pagodinho
6. Morena De Angola
7. Canto Das Três Raças
8. A Deusa Dos Orixás
9. Juízo Final – Part.: Diogo Nogueira
10. Coração Leviano
11. Sem Companhia
12. O Mar Serenou
13. Ijexá
14. Canto De Areia
15. É Baiana
16. Portela Na Avenida
17. A Pureza Da Flor
18. Filha Do mar
19. Amuleto Da Sorte
20. Não Vou Pra Casa
21. Um Ser De Luz


A venda na SARAIVA:
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4715669/ser-de-luz-dvd/



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

LANÇAMENTO DO DVD SER DE LUZ


Finalmente chegou a hora do lançamento do DVD Ser de Luz gravado por nossa baianinha Mariene de Castro no dia 09 de outubro de 2012 no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Esse DVD faz parte das homenagens aos 70 anos de nascimento da mineira guerreira Clara Nunes com participações especiais de Zeca Pagodinho e Diogo Nogueira. O lançamento oficial ocorre com a exibição do DVD no programa Faixa Musical apresentando por Roberta Sá, no Canal Brasil, dia 23 de fevereiro as 17 horas. E o DVD Ser de Luz estará disponível nas lojas de todo Brasil no dia 26 de fevereiro. Viva a Eterna Clara Claridade! Viva a Mariene de Castro!!! Viva ao Samba!!!

http://santodecasaemilagreiro.blogspot.com.br/2013/02/lancamento-do-dvd-ser-de-luz.html

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Portela 2013 Homenageia Paulinho da Viola e conta a história de Madureira.





Ao lado de Milton Gonçalves que representou o Natal da Portela Mariene de Castro se caracterizou de CLARA NUNES .
Também o carro Abre-Alas teve a pintura de João Nogueira e Clara Nunes.


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Acadêmicos do Santa Rosa homenageará Clara Nunes e Marcelo Leite na avenida




Com o enredo “Um tributo a Clara Guerreira”, o Bloco Carnavalesco Acadêmicos do Santa Rosa levará para avenida um desfile preparado para ser “emocionante e inesquecível”, contando a história da saudosa cantora mineira Clara Nunes. Esta também é uma forma da agremiação homenagear o seu grande carnavalesco Marcelo Leite, brutalmente assassinado na noite do dia 29 de janeiro de 2012. Ele havia criado o enredo e já tinha esquematizado todo o carnaval.


A presidente do bloco, Maria Cristina Rodrigues, a “Tina”, está confiante no desfile que vem sendo preparado pela agremiação. Ela e o vice- presidente, Rangel, tomaram a decisão de colocar na avenida o carnaval deixado pronto (desde o final de 2011) pelo falecido carnavalesco Marcelo Leite— sob a batuta de quem o Santa Rosa conquistou o campeonato em 2011, com um enredo super atual: “São Jorge contra os dragões da maldade”.

Neste ano 2013, falando da vida e obra de Clara Nunes, o bloco— que desfilará na noite de domingo, às 22h20min— virá com nove alas e cerca de 200 componentes. Três carros alegóricos irão destacar o desfile, representando: 1º carro- “Orixás”; 2º carro- “Clara Nunes”; e o 3º carro- “Mar de Clara”. 
A agremiação contará com bateria nota 10 comandada pelos mestres João Ricardo e Sérgio Henrique.
O samba -enredo é de autoria de Beto Mesquita, Bira, D’ Paula e Gustavinho do Samba, e será interpretado na avenida por Gustavinho do Samba, que promete arrepiar a galera passando muita emoção.


CLARA NUNES NA ESCOLA ÁGUIA DE OURO 2013








A grande noite do "cumpadre" João Nogueira enredo da Águia de Ouro que teve uma imensa alegoria lembrando Clara Nunes simbolizando a Portela,escola de coração de João e na própria letra o samba enredo fala na Sabiá!
Autores: Diogo Nogueira, Ciraninho, Rafinha, Leandro e Serginho Castro
Intérprete: Serginho do Porto
Deixa a luz do amanhecer iluminar a avenida
Vem recordar a missão de um poeta
E exaltar as belezas da vida
Renasce joão sobre o poder da criação
Ê vida boa...no Méier labareda no olhar
Ê vida a toa...bohêmio a luz do luar
Ê vida voa...o Clube do Samba desperta saudade
Vem brindar... festejar no Boteco do Arlindo
Mais um show do Flamengo, domingo
Um Rio de felicidade
Bole que bole ao som dos tantãns
Me leva na fé, São Jorge guerreiro
Quebra no balacochê do cavaco Clareia meus passos, São Sebastião
Aplausos para um gênio brasileiro Águia de Ouro é samba, amor, é tradição
Vem, vem poeta nos braços da paz Ver a Portela de tempos atrás
Realizar o seu sonho de bamba
Compor mais um lindo samba
Canta sabiá, vai resplandecer A nação Xingu não vai se render
Quem viveu de amor nunca vai morrer
Hoje o espelho é você 
E o meu medo maior é o espelho se quebrar... 
E o meu medo maior...
João, teu nome é história
O Canto do Povo te faz imortal
Ninguém faz samba só porque prefere
ÉnónaMadeiraomeuCarnaval

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Carla Visi lança CD para Clara Nunes



Para Clara Carla Visi acaba de gravar um CD só com músicas que fizeram sucesso na voz de Clara Nunes. Estrelas como Daniela Mercury, Paula Fernandes, Péricles e Thiaguinho dividem o microfone com a baiana em algumas das 17 canções do álbum. Com Daniela, por exemplo, ela canta Morena de Angola. Já em Canto das Três Raças, a ex-vocalista da banda Cheiro de Amor faz dueto com Péricles. Carla planeja fazer o lançamento do disco em Minas Gerais, estado onde Clara Nunes nasceu. O desejo é que seja no mês de abril. “É o mês em se completam 30 anos da morte de Clara”, diz. O projeto, idealizado por Ricardo Pinheiro (coordenador artístico das rádios Liberdade FM e Fã FM, em Minas), para Carla tem um valor sentimental. “Conheci Clara Nunes na voz de minha mãe, Iná, que era cantora e morreu há dez anos, também em abril. É como se eu estivesse fazendo uma homenagem às duas”.

http://www.correio24horas.com.br/colunistas/detalhes/artigo/telma-alvarenga-carva-visi-lanca-cd-para-clara-nunes/

Perfil: Clara Nunes Vitrine MPB.



Em abril desse ano, completa-se 30 anos da perda de uma das principais cantoras de samba do Brasil, a mineira Clara Francisca Gonçalves pinheiro, mas conhecida pelo grande público como Clara Nunes. Considerada uma das principais vozes da Música Popular Brasileira, Clara foi a primeira cantora a vender mais de 100 mil discos, o que era um tabu na década de 1970, pois diziam que mulher não vendia disco. Curiosamente, hoje em dia o Brasil é frequentemente apontado como um país de cantoras. Apesar de ser reconhecida pelas músicas de samba que gravou (aliás, ela era realmente tão apegada ao estilo que tinha até mesmo uma escola de samba de coração, a Portela), esse não foi o único estilo musical que ela adotou durante a carreira, pois antes de Samba ela cantou outros tipos de música, principalmente Bolero. Mas, o sucesso mesmo só veio quando ela gravou Você passa eu acho graça, samba de Ataulfo Alves que ela defendeu junto com o compositor da música no Terceiro Festival Nacional de Música Popular (Exibido pela TV Excelsior em 1968). Além dessa música, outros sambas fizeram muito sucesso na voz de Clara durante as décadas de 70 e os primeiros anos da década de 80, como O mar serenou (Candeia) Morena de Angola (Chico Buarque), Conto de areia (Romildo S. Bastos e Toninho Nascimento), O Canto das três raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), Nação (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio) e Portela na Avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro). Mesmo tendo consolidado a sua carreira de cantora, Clara Nunes não conseguiu realizar um dos maiores sonhos de sua vida: ter filhos. Apesar de ter se casado com Paulo César Pinheiro em julho de 1975, ela não conseguiu ter filhos porque tinha miomas no útero, o que provocou três abortos espontâneos em 1979. Alguns anos depois, a cantora teve uma morte polêmica e prematura, aos 40 anos, após passar por cirurgia para retirar varizes e sofrer uma reação alérgica durante a operação, morrendo depois de ficar quase um mês em coma, em abril de 1983.




http://vitrinempb.blogspot.com.br/2013/01/perfil-clara-nunes.html

Samba da sereia abre os festejos à Yemanjá com show de Maira Lins



O Samba da Sereia acontecerá no dia 01 de fevereiro de 2013, as vésperas da Festa de Iemanjá no Rio Vermelho. O Show da cantora Maira Lins, que nesta edição faz homenagem a Clara Nunes, acontecerá no Visca Sabor e Arte, em frente a Igreja de Iemanjá e terá a participação das cantoras Ana Paula Albuquerque e Bruna Barreto. Esta, como as edições anteriores, se encerra com uma caminhada musical até a praia, na madrugada de 02/02 para a entrega dos presentes à Sereia Rainha. As primeiras apresentações do Samba da Sereia aconteceram em 2009 no Bar Tarrafa e em 2010 no Boteco Ali do Lado, e está de volta em 2013 para celebrar o samba, Clara Nunes e Iemanjá. Maira Lins vem acompanhada de grande músicos da cena soteropolitana do samba, com Humberto Barretto na direção musical e violão, Valmir Santos no cavaquinho, Raiden Coelho no Sax e flauta, Ronaldo Nobre e Alexandre Espinheira na percussão. A homenagem a Clara Nunes faz parte do novo projeto da cantora, chamado “Às Claras”, que está em processo de captação e montagem, e tem caráter biográfico, mas também experimental. E nesse show ela fará mais uma experiência, abordando a pluralidade de Clara, evidenciada em sua discografia que a faz uma personalidade musical de grande riqueza. Além das canções de Clara também apresentará clássicos do Samba e algumas canções autorais. A cantora Maira Lins, iniciou sua carreira no extremo-sul da Bahia, em várias cidades, como Itacaré, Valença, Prado, Teixeira de Freitas. Mas foi em Salvador que Maira se reaproximando do samba realizou diversas temporadas em bares da cidade (Tarrafas, Boteco Ali do Lado, Ponto de Partida), participou do Coro Vozes Reveladas, estuda na Escola de Canto Popular de Ana Paula Albuquerque, compôs o coletivo “Samba em Construção” no Cine Solar Boa Vista. Atualmente é cantora da banda “Compassos e Serpentinas” apresentando marchinhas e frevos e junto ao Menos Um no Quartetto faz mensalmente uma roda de samba no Bar D’ Venetta, sempre com interpretações marcantes das canções que apresenta. O Samba da Sereia é uma celebração realizada pela cantora e seus músicos para presentear Iemanjá, e esta edição marca a volta do projeto, que pretende acontecer nos próximos anos. O objetivo é proporcionar ao público um evento encantador, com boa música e conforto para que todos aproveitem a beleza dos rituais que se iniciam na madrugada do dia 2 de fevereiro em frente ao local do show. O “Samba da Sereia” em Homenagem a Clara Nunes acontece no dia 01 de Fevereiro, às 21h e a entrada custa R$13.

http://www.tribunadabahia.com.br/2013/01/28/samba-da-sereia-abre-os-festejos-yemanja-com-show-de-maira-lins

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal a todos e à Guerreira de nossos corações!



Clara...Feliz Natal onde quer que você esteja!Sei que estaria agora junto com sua familia mas Deus a quis em seu Reino.Bendito Seja!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Clara Nunes vira série de TV


SÉRIE INÉDITA CLARA ESTREIA DIA 1º DE DEZEMBRO NO CANAL BRASIL

Idealizada e roteirizada por Vagner Fernandes, biógrafo da cantora mineira, série de cinco episódios estreia neste sábado, 1º de dezembro, com direção de Darcy Burger


A partir do próximo sábado, 1º de dezembro, o Canal Brasil exibe a série inédita “Clara”.

Dirigida por Darcy Burger, a atração foi idealizada pelo jornalista e escritor Vagner Fernandes, autor de Clara Nunes, Guerreira da Utopia.
A intérprete, que em 2012 completaria 70 anos, tem vida e obra resgatadas na série.
Em cinco episódios de 25 minutos cada, o programa traça uma biografia da cantora mineira por meio de textos, fotografias, entrevistas e vídeos. “Clara Nunes é uma personagem extremamente importante para a compreensão do processo evolutivo da música brasileira. Esta série é o primeiro registro documental audiovisual da cantora, tornando-se, desde já, em uma fundamental referência para pesquisadores e estudiosos da música brasileira e também para as novas gerações”, explica Vagner Fernandes.
O projeto apresenta toda a trajetória da artista, retratando sua infância e adolescência na então cidade do Cedro (atual Caetanópolis), interior de Minas Gerais; as primeiras apresentações; o sucesso nas rádios e TVs de todo o país e a morte precoce, aos 40 anos de idade.
Clara Nunes ficou consagrada ao abraçar o samba como o gênero musical e revolucionou a indústria fonográfica, tornando-se a primeira mulher a romper as barreiras impostas pelas gravadoras e uma das maiores vendedoras de discos de todos os tempos.
“Esse é, sem dúvida, um projeto de absoluta importância. E por isso, vamos editar o material e transformá-lo em um média ou um longa-metragem para o cinema, que receberá o mesmo nome do programa”, avisa Darcy Burger.
Além de traçar um panorama da vida e obra da cantora, a série “Clara” exibe 48 entrevistas inéditas de amigos e familiares da artista. Entre eles estão Paulinho da Viola, João Bosco, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Bibi Ferreira, Eduardo Araújo, Agnaldo Timóteo, Agnaldo Rayol, Fernando Faro, Jair Rodrigues, Monarco, Tia Surica da Portela, Adelzon Alves, Alcione, José Messias, Wanderléa, Leda Nagle e Maria Gonçalves, irmã da artista.


Serviço – Clara

Estreia: 1º de dezembro, sábado, às 21h30
Horários alternativos: domingo, às 11h; terça, às 18h15 e quarta, às 07h.
Classificação etária: livre

http://canalbrasil.globo.com/

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Rita Benneditto se apresenta no Méier nesta quinta



Cantora comemora os nove anos do projeto " Tecnomacumba - A Tempo e Ao Vivo"

 Na estrada há nove anos com seu projeto de maior sucesso, Rita Benneditto leva seu show Tecnomacumba - A Tempo e Ao Vivo ao palco do Imperator Centro Cultural João Nogueira nesta quinta (29), às 21h. Os ingressos custam R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira).
Neste projeto, que produziu dois CDs (um de estúdio e outro ao vivo) e um DVD, a cantora reuniu clássicos que têm as religiões afro-brasileiras (umbanda e candomblé) como tema principal. Músicas compostas por Jorge Ben Jor, Caetano, Gil, Dorival Caymmi, que reafirmam a identidade do povo brasileiro e sua religiosidade, bem como Clara Nunes e outras cantoras faziam.
“Tecnomacumba é uma intervenção cultural que busca mostrar o quanto a MPB deve às religiões africanas. E essa intervenção, contra todos os prognósticos de um mercado musical que desaprendeu a lidar com a longevidade dos shows de música ou simplesmente com a música que não é descartável, está fazendo nove anos de existência e resistência. Vou fazer um grande show de comemoração”, conta Rita Benneditto.
No repertório estão A deusa dos Orixás, Domingo é 23, Iansã, Rainha do mar, Oração ao Tempo, Cocada e Jurema, esta última de autoria de Rita. O show sempre se renova e inclui novas músicas. Desta vez as escolhidas foram De mina (de Josias Sobrinho) e Mamãe Oxum (domínio público).
A artista maranhense, que está em estúdio para a gravação de seu sexto álbum, se apresenta com a banda Cavaleiros de Aruanda. Dela fazem parte Felipe Pinaud (guitarra), Lancaster (baixo) e Lucio Vieira (bateria e programações).
Rita usava o sobrenome Ribeiro, mas após descobrir que havia várias pessoas com o mesmo nome artístico que o seu, ela resolveu mudar para Benneditto, que significa “abençoado” em latim.
A troca é uma homenagem ao seu pai, e a sua cidade natal, São Benedito do Rio Preto, e além disso, segundo a cantora, é uma forma de se relacionar com o sagrado.
Serviço Show Tecnomacumba - A Tempo e Ao Vivo com Rita Benneditto
Local: Imperator Centro Cultural João Nogueira - Rua Dias da Cruz, n°170 – Méier - Rio de Janeiro
Data e horário: Dia 29 de novembro / Quinta / às 21h Ingresso: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)
Informações no telefone: (21) 2596-1090
*Do Projeto de Estágio do Jornal do Brasil

http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2012/11/26/rita-benneditto-se-apresenta-no-meier-nesta-quinta/

SANTA MARIA CANTA CLARA NUNES: CAMISETAS PARA INTERNAUTA



Faltando menos de uma semana para o show “Santa Maria canta Clara Nunes”, que ocorrerá dia 29 de novembro, às 19h, na praça Saldanha Marinho, o sindicato realiza uma promoção para brindar internautas. Quem acessar o site da Sedufsm, a partir de hoje, e clicar no “Quiz”, poderá responder a uma questão sorteada aleatoriamente pelo sistema. Os temas das perguntas se referem à história do sindicato, greve docente de 2012, entre outros. As respostas com os nomes dos internautas vão diretamente para o e-mail do sindicato.
Os 10 primeiros acertadores ganharão uma camiseta do show.
As respostas certas às perguntas, bem como os nomes dos ganhadores, serão divulgados na quarta, 28 de novembro. No dia do evento, na praça, mais camisetas serão sorteadas.
 O show, promovido pela Sedufsm, comemora os 23 anos da seção sindical, completados no dia 7 de novembro, e também homenageia o Dia da Consciência Negra (20 de novembro).
A produção do evento está a cargo de Janu Uberti, enquanto as interpretações ficarão a cargo de Daiane Diniz, Gisele Guimarães e Marilia Reck, com participações especiais de Paola Matos e Tiane Tambara. Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, mais conhecida como Clara Nunes (‘A Guerreira’), nasceu em Paraopeba (MG), em 1942, e morreu no Rio de Janeiro, em abril de 1983.
Em 2012, se ainda estivesse viva, Clara teria completado 70 anos. Mesmo tendo morrido jovem, Clara Nunes, que era uma pesquisadora da música e do folclore brasileiro, deixou uma obra vasta e de grande relevância.
Conforme dados que constam na internet, ela vendeu mais de 100 mil cópias de seus discos, o que, na época, era raro para cantoras, que não costumavam ter vendagens tão expressivas.
No repertório do show de quinta, 29, canções imortalizadas na voz de Clara Nunes, tais como “Morena de Angola”, “O mar serenou”, “Iansã” e “Canto das três raças”.
Texto: Fritz R. Nunes
Ilustração: J. Adams
Propaganda Assessoria de Imprensa da SEDUFSM

http://www.sedufsm.org.br/index.php?secao=noticias&id=1649

terça-feira, 13 de novembro de 2012

SEDUFSM PROMOVE “SANTA MARIA CANTA CLARA NUNES”


Evento relaciona aniversário do sindicato e ‘Consciência Negra’ Em comemoração aos 23 anos da Sedufsm (completados no dia 7 de novembro) e também comemorando o mês da Consciência Negra, o sindicato promove “Santa Maria canta Clara Nunes”.
O evento ocorrerá no dia 29 de novembro, a partir das 19h, na praça Saldanha Marinho, com entrada franca.
As interpretações ficarão a cargo de Daiane Diniz, Gisele Guimarães e Marilia Reck, com participações especiais de Paola Matos e Tiane Tambara.
A produção musical é de Janu Uberti.
O evento busca homenagear uma das maiores intérpretes da música popular brasileira.
Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, mais conhecida como Clara Nunes (‘a guerreira’), nasceu em Paraopeba (MG), em 1942, e morreu no Rio de Janeiro, em abril de 1983.
Em 2012, se viva estivesse, teria completado 70 anos.
Mesmo tendo morrido jovem, Clara Nunes, que era uma pesquisadora da música e do folclore brasileiro, deixou uma obra vasta e de grande relevância. Conforme dados que constam na internet, ela vendeu mais de 100 mil cópias de seus discos, o que, na época, era raro. Cantoras não costumavam ter uma vendagem de discos tão expressiva.
Para o presidente da SEDUFSM, professor Rondon de Castro, a concretização desse show, em praça pública, mais uma vez simboliza a contribuição do sindicato a um tipo de cultura popular que precisa ser resgatado.
“As novas gerações precisam saber que existiu uma mulher, cantora, que, de forma ousada, celebrou a união do negro, do índio e do branco em nosso país. Uma mulher que ousou divulgar aos quatro ventos, através de suas canções, a umbanda, e outros aspectos do sincretismo religioso de nosso país, que não eram vistos com bons olhos pelo ‘status quo’.
A homenagem é mais do que justa”, finaliza Rondon.
Texto: Fritz R. Nunes
Ilustração: J. Adams
Propaganda Assessoria de Imprensa da SEDUFSM

http://www.sedufsm.org.br/index.php?secao=noticias&id=1625

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Descoberta dedicatória de Elis à Clara em seu Lp "Elis,Essa Mulher"de 1979







O lançamento do décimo-sexto álbum de estúdio da carreira de Elis Regina, "Essa mulher", em 1979, é o que pode ser chamado de o disco das transformações. Primeiro, profissional: Elis havia acabado de deixar a gravadora Philips e lançou o disco pela Warner Music. Segundo, físicas: a Pimentinha deixou de lado o corte de cabelo "joãozinho" e as apresentações teatrais que conduziram seu trabalho na primeira metade da década de 1970. A capa e a parte interna do disco, mais as fotos promocionais exalam que Elis adotou uma postura mais suave e feminina, com destaque para a presença da orquídea, em uma referência à uma das mais consagradas intérpretes do jazz americano na década de 1950, Billie Holiday.

Uma das implícitas homenagens: na sequência, Elis Regina agradece à colaboração a "Tia Clara" e "Dom Paulo". Muito ficou conhecida a dificuldade de relacionamento pessoal que a cantora gaúcha tinha com suas colegas contemporâneas, em especial com Maria Bethânia. Mas Paulo Cesar Pinheiro, viúvo da saudosa Clara Nunes, deu uma explicação sobre o que tal homenagem representava na biografia de sua esposa escrita pelo jornalista Vágner Fernandes, lançada em 2007, sobre a convivência respeitosa entre as duas cantoras durante a produção do disco: "A coisa ficou tão bacana entre nós que, nesse disco, tem uma dedicatória da Elis que ninguém entendeu. Eu só vim perceber depois (...) Bati o olho na dedicatória e pensei depois: 'Como é que nunca percebi esse negócio aqui' (...) Elis nem comentou com a gente. A Clara morreu e nem deve ter visto isso. A Elis costumava chamar as pessoas pelo nome inteiro. Ela nunca me chamou de Paulinho, era sempre Paulo Cesar, ou para os outros, Paulo Cesar Pinheiro. A Clara era Clara Francisca (...) E ela achava que eu tinha liderança e brincava me chamando de 'Dom Paulo' como se eu fosse um 'capo'. Isso está no encarte. À Clara, ela se refere como 'Tia Clara'. Eu só fui perceber isso anos e anos depois na ficha técnica".

http://www.sidneyrezende.com/noticia/192195+essa+mulher+o+disco+das+transformacoes+de+elis+regina

sábado, 3 de novembro de 2012

Trio de cantoras festeja, cada uma à sua maneira, os 70 anos de Clara Nunes



Fabiana Cozza, Virginia Rosa e Mariene de Castro produziram shows que já são sucesso de público.  Neste 2012 em que se celebram os 70 anos de respeitáveis ídolos da música brasileira – Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tim Maia, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Jorge Ben e Nara Leão –, Clara Nunes (1942- 1983) tem recebido belas homenagens por outras cantoras, que de alguma forma influenciou.
As paulistas Fabiana Cozza e Virginia Rosa e a baiana Mariene de Castro (todas trajando branco como a homenageada) são protagonistas de dinâmicos shows com repertório de peso, incluindo sambas clássicos como O mar serenou (Candeia), Conto de areia (Romildo/Toninho Nascimento), Portela na avenida e Canto das três raças (ambos de Mauro Duarte/Paulo Cesar Pinheiro), Feira de Mangaio (Sivuca/Glorinha Gadelha) e Coisa da antiga.
Virginia Rosa canta Clara, que encerrou temporada no Teatro Cleyde Yáconis, e Canto sagrado, de Fabiana, que lotou o Auditório Ibirapuera há duas semanas – ambos em São Paulo –, farão turnês em outras cidades.
Mariene fez sessão única no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, para gravar o DVD Ser de luz.
Virginia, Fabiana e Mariene, ligadas pela força dos orixás, valorizam a diversidade de Clara Nunes além do samba e a trazem para universos sonoros pessoais, fugindo de imitações.
Virginia transita com desenvoltura pelo afro-pop, com toques de samba-jazz e improvisos criativos.
Fabiana baila (com elegante trabalho corporal de J.C. Violla) com um pé no samba e outro no terreiro do candomblé.
Mariene busca referências na baianidade e na cultura popular que apimentam o legado da homenageada. As três, no entanto, cometem o mesmo errinho à toa em Conto de areia, cantando “desfia colares de contas”, em vez de “colares de conchas”.
No caso de Mariene, várias músicas tiveram de ser repetidas por conta de pequenos deslizes na hora da gravação. Morena de Angola (Chico Buarque) foi a que mais deu trabalho. Mesmo acompanhando os versos projetados num monitor de vídeo ao fundo da plateia, a cantora derrapou diversas vezes na engenhosa letra, cheia de aliterações e assonâncias.
Bem-humorada e radiante, porém, a baiana reverteu o problema a seu favor.
Quando finalmente conseguiu cantar a letra inteira, depois de seis tentativas, foi ovacionada pelo público.

http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2012/11/03/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=60025/ficha_musica.shtml

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Um Ser de Luz


Hoje escrevo diferente, mais em tom de homenagem do que de reflexão. 
Teve uma mulher na minha infância que me ensinou a amar sereias e seus contos de areia.
Uma tal que me ensinou da doçura e da força, do drama e da alegria.
Mulher exuberante, de rendas alvas e flores coloridas nos cabelos cor-de-fogo.
Batom vermelho para emoldurar o sorriso franco, que abraça a quem vê.
No próximo domingo, ela faria 70 anos – coincidentemente, a idade de minha mãe hoje.
Essa mulher é Clara Nunes.
Minhas motivações para escrever sobre a guerreira vão além da admiração de fã.
Clara foi uma mulher que muito conquistou para o Brasil, especialmente para as brasileiras. Clara era a imagem da beleza cabocla, nativa, destacada na mídia nacional. Sendo a primeira a vender mais de 1 milhão de discos de um mesmo álbum, atingiu o auge econômico e profissional num período onde a mulher ainda era sombreada pelo masculino. Era cantora-povão de voz requintada, e se orgulhava disso. Bateu Japão, europas e américas com sua arte. E se mantinha aos pés dos morros da Portela, da Serrinha, embebida em rodas-de-samba. Apesar da pele alva, abraçou com fervor as tradições afrobrasileiras: o jongo, as cores, a religiosidade. Sem nenhuma vergonha de cantar seus orixás, sem nenhum pudor para a inclusão – a luta por um olhar igualitário, numa realidade ainda segregacionista. Depois de Clara, patroas se interessaram pelas macumbas das empregadas domésticas. Foi a partir dela que a fé popular dos pretos passou a ser motivo de orgulho, e não de vergonha ou repressão. Caymmi cantou para Mãe Menininha e ficou cult. Mas foi Clara quem colocou Ogum, Iansã, caboclos e pretos-velhos nas paradas de sucesso, no verdadeiro domínio popular. Fora da claridade dos holofotes, Clara era uma pessoa atribulada. Na biografia escrita por Vagner Fernandes, entendemos o grande drama que a fez ser alguém tão dedicado à fé. Clara achava que tinha mais a dar ao mundo, queria ser mãe. Flertava com o destino para que ele lhe retirasse a desgraça da infertilidade. Não conseguiu, apesar de apelar para os recursos deste e do outro mundo. Manteve-se obstinada e calada diante de tamanha dor. Dela, certamente, tirou subsídio para interpretações viscerais, para cantar o amor sofrido pela falta. E na dor do amor, naquelas músicas de AM, é que os nossos sentimentos mais profundos se descortinam. Cantando, revelamos as paixões que nos dominam, os desenganos mais incompreensíveis, a esperança dos amores tranquilos. A alegria dos reencontros, a força das palavras. A música popular brasileira é eficientíssima nessa função de nos traduzir. E Clara foi médium para muitos dos nossos afetos. Quando criança, aprendi a chantagear com Clara: a cada troca dos dentes de leite, tinha como prêmio de consolação a oportunidade de ouvir um LP de seus maiores sucessos, guardado por minha mãe para momentos oportunos. Sinto saudade de uma pessoa que mal conheci: ela foi cantar em outras bandas cedo demais – me permito ser egoísta, acho que ela poderia ter me esperado crescer para assisti-la pessoalmente.
Clara era mulher de pé no chão, ligada à terra.
Sem deslumbres de internacionalismos, despretenciosa e sólida.
Lembrada pelo refino de sua simplicidade, coisa que faz falta nos dias de hoje.
Sua imagem reproduzia o arquétipo do Brasil: plural, eclético, misturado, livre, improvisador, doce, enfático.

 *** Dedico esse post à amiga Mariene de Castro, orgulho de irmã. Força e encanto, como Clara. Em seu mais recente álbum, a baiana homenageou a mineira, regravando Um ser de luz, a canção que embalou o adeus da guerreira.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Show Clara,Carla,clareai



Dando sequência à sua agenda de shows, a nova casa de shows Paris, na Casa Julieta de Serpa, apresentará o espetáculo Clara, Carla Clareai,homenageando Clara Nunes, a cantora extraordinária, que tantas saudades deixou. Um espetáculo bem cuidado, com as músicas de Clara na voz de uma cantora lírica agora abraçando o popular e os figurinos de Beth Serpa, sempre realizados com muito capricho.




segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Valéria Oliveira Canta Clara Nunes-Show em Águas Claras/Natal-RN



A cantora potiguar Valéria Oliveira apresenta o show 'Em Águas Claras', em uma rica homenagem à mineira Clara Nunes (1942-1983), tida como uma das maiores intérpretes da música brasileira.
A apresentação ocorre nesta quinta-feira, 1º de novembro de 2012, no Teatro Riachuelo, com participação especial de Monarco, Guaracy 7 Cordas, Serginho do Cavaco e Marquinhos e David do Pandeiro, todos integrantes da Velha da Guarda da Portela.
O espetáculo mergulha no rico universo da música popular brasileira, desbravando o sertão, saudando os orixás, cantando histórias de pescadores ou, simplesmente, falando de amor.
Assim, Valéria se permite explorar, reconhecer, relembrar e fazer emergir, por meio da música, um Brasil profundo, o Brasil mestiço de Clara Nunes.
Com o show, Valéria Oliveira também abre a oportunidade para o público participar do processo de escolha do repertório do novo CD, que será lançado no primeiro semestre de 2013.
Clássicos como “Tristeza pé no chão” (Armando Fernandes), “Canto das três raças” (Mauro Duarte/Paulo César Pinheiro), “Você passa eu acho graça” (Ataulpho Alves/Carlos Imperial), “Conto de areia” (Romildo/Toninho), “O mar serenou” (Candeia) e “Juízo final” (Nelson Cavaquinho/Élcio Soares) compõem os momentos de maior interação da intérprete com o público durante o show.
Um time de bambas natalenses acompanha Valéria Oliveira: Jubileu Filho (baixo/trompete/vocal), responsável também pela direção musical; Alexandre Moreira (violão de 7 cordas e bandolim); Cacá Veloso (violão de 6 cordas); Raphael (cavaquinho); Rogério Pitomba (bateria); Déo do pandeiro (pandeiros e vocal); Aloysio Pisão (percussão); Kelliney (percussão e vocal); Ângela Castro, Tiquinha Rodrigues e Alexandre Piter (vocais).
Dentre os músicos potiguares, uma novidade é a participação especial do respeitado sanfonista Zé Hilton.

Serviço: Show 'Em Águas Claras', com Valéria Oliveira e banda Participações especiais: Monarco e Integrantes da Velha Guarda da Portela
Quando: quinta-feira, 1º de novembro, às 21h
Onde: Teatro Riachuelo (Midway Mall)
Ingressos: Bilheteria do teatro
Preços: Frisas e Balcão Nobre - R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia entrada) Plateia A/B e Camarotes - R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia entrada)
* Apresente a última conta de energia paga (COSERN) e ganhe 50% de desconto em até 02 ingressos (valor inteiro), por cliente, em qualquer setor do Teatro
 É obrigatória a apresentação de documento de identidade.
Informações: 84 4008-3700 Realização: Opus Promoções e Green Point

Visite: www.valeriaoliveira.mus.br

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Aline Calixto canta Clara Nunes


A cantora e compositora Aline Calixto em show marcante, presta homenagem há uma das maiores cantoras brasileiras, Clara Nunes, que se estivesse viva, estaria completando 70 anos em 2012.
Para celebrar uma data tão especial, Aline leva ao palco um show intenso e arrebatador, cheio de emoção e nostalgia.
No repertório, pérolas consagradas na voz de Clara, ganham outro olhar na interpretação de Aline Calixto. Músicas como “Morena de Angola”, “Conto de Areia”, “Feira de Mangaio”, além de outras, desenham com verdadeira singularidade a bela homenagem à guerreira Clara Nunes.
Aline é acompanhada por Thiago Delegado (violão de 7 cordas) e Robson Batata (percussões). “Essa é uma homenagem de mineira para mineira.
Embora nossas gerações sejam distintas, a música de Clara Nunes está mais viva do que nunca e a vejo como uma das minhas importantes fontes de inspiração” - Aline Calixto


Venda antecipada no local.
Classificação: Livre
Infos: (21) 2548-0421
Sexta-Feira | 09/11/2012 | 20:00
Sala Baden Powell: AV. Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana
R$ 10,00 Ingresso | Meia Entrada R$ 20,00 Ingresso

http://www.todorio.com/rio/event/copacabana/salabadenpowell/2012/11/09/2000/aline-calixto-canta-clara-nunes

terça-feira, 23 de outubro de 2012

'Clara Guerreira Clareou' com Wilma Araújo nesta quarta


Após o sucesso de sua primeira participação nesta edição do projeto “Teatro Deodoro é o Maior Barato”, quando lotou o teatro, a cantora Wilma Araújo volta ao palco do Teatro Deodoro com o espetáculo “Clara Guerreira Clareou ”, uma homenagem aos 70 anos de Clara Nunes.
O show acontecerá nesta quarta (24), com início às 19h e ingressos a R$ 5,00 e R$ 10,00 na bilheteria do Teatro Deodoro. O show Clara Guerreira Clareou é um show que já vinha sendo elaborado para a comemoração de 70 anos da grande intérprete Clara Nunes.
Se viva estivesse, Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, conhecida por Clara Nunes nossa eterna sabiá faria 70 anos.
Em homenagem a esta voz de ouro que fez história no cenário da música brasileira é que foi elaborado este show.
Escolhida a dedo cada canção o show é montado e apresentado um piloto no evento Xangô Rezado Alto. O show se inicia com ‘Canto das Três Raças’, canção que retrata o inicio do negro no Brasil, e com esse gancho de africanidade segue-se uma sequência de canções que fazem relação com o mesmo, sabendo ainda da importância e influência que a Umbanda tinha na vida de Clara é visto também músicas como ‘Banho de Manjericão’ e ‘Deusas dos Orixás’. ‘Feira de Mangaio’ é também encontrada no repertório, sendo o divisor do repertório.
E na terceira parte do show encontramos os sambas consagrados por Clara, inclusive os de sua outra paixão que era sua escola de samba Portela.


Ficha técnica:
•Wilma Araújo – Voz
•Carla Araújo – Vocal
•Marcus Vinicius – Cavaquinho/Vocal
•Adriano – Violão
•Ailton – Contrabaixo
•Junior – Tantan
•Max – Percussão
•Edemilson – Surdo
•Cícero – Bateria
•Tiago – Acordeon
•Paulinho – Roadie
•Henrique – Iluminação
•Whytna – Produção
Serviço: Teatro Deodoro é o Maior Barato – 13ª edição
Teatro Deodoro “Clara Guerreira Clareou ” 
Segunda apresentação Wilma Araújo 
Data: 24 de outubro (quarta-feira), às 19h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), na bilheteria do Teatro Deodoro
Informações: (82) 3315-5656/5665 www.teatrodeodoro.al.gov.br ascomteatro.blogspot.com Realização: Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas /Governo de Alagoas Apoio: Instituto Zumbi dos Palmares Contato com a artista: (82) 8842-9012 / 9664-0622

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

"Um Ser de Luz" Tributo à Clara Nunes



“UM SER DE LUZ - TRIBUTO À CLARA NUNES”


Texto de Cazé Neto e Roberta de Recife RELEASE

Sábado dia 03 de novembro subirá ao palco do Centro Cultural Abrigo dos Bondes - Espaço Antônio Callado o Espetáculo musical “UM SER DE LUZ - TRIBUTO À CLARA NUNES”.
Neste espetáculo, contamos a trajetória musical de um dos maiores mitos da música brasileira, Clara Nunes, como numa conversa livre de bar grandes nomes da MPB e do cenário artístico nacional que tiveram grande influência na vida artística de Clara, entram em cena como os “narradores” de sua trajetória de luta. Desde seu início de carreira até o seu último sucesso! Através das músicas executadas durante o espetáculo e interpretação dos atores, os fãs e público fiéis, poderão matar a saudade da inesquecível Clara Nunes. Um espetáculo que levará ao palco a beleza e a genialidade da voz, carisma e sedução de Clara Nunes. A Cia. Procópio Ferreira, que vem desde 1924 trabalhando junto a memoria Cultural Brasileira vem nesta produção mostrar a força desta cantora mineira, um dos maiores nomes da música nacional, reaproximando não só uma legião de fãs, mas o público de uma forma geral, valorizando o que é nosso, A MÚSICA E A CRENÇA BRASILEIRA. Em cena Roberta de Recife mostra seu talento como cantora e atriz interpretando Clara Nunes, Ricardo Lopes estará dando vida a dois monstros sagrados Ataulfo Alves e Paulinho da Viola, Amigos de clara de sempre, Também em cena Santi Pasinato dando vida ao Velho Guerreiro e ao Imortal Paulo Gracindo e vivendo o grande amor de Clara, Paulo Cesar, o Ator e Musico Marcio Bragança. Um elenco de 1ª grandeza e a Direção de João Procópio Neto e Cazé Neto em um trabalho que não deixará nenhum espectador de lábios serrados, coração imune e cabeça em silencio. O grande público aproveitará para se deleitar com as mais belas e imemoráveis músicas apresentadas durante as quase duas horas de espetáculo.
Centro Cultural Abrigo dos Bondes - Espaço Antônio Callado - Rua Marquês de Paraná, 100, esquina com a Rua Marechal Deodoro Centro/ Niterói Sextas e Sábados de Novembro as 19h00min.


MAIS UMA HOMENAGEM!


HOMENAGEM DO POETA E AMIGO ANDERSON SILVA À NOSSA ETERNA SABIÁ! OBRIGADA,ANDERSON!

http://blogandersonpoeta.blogspot.com.br/

domingo, 21 de outubro de 2012

CLARA NUNES



A grande Guerreira Portelense estará sendo homenageada!
Clara Nunes, cantora que cantou e encantou a Majestade do Samba e que teria feito 70 anos em agosto, será lembrada mais uma vez!
A produtora Mafuá prepara o DVD “Samba de batom”, com sucessos de Clara na voz de várias cantoras. O MinC autorizou a captação de R$ 1.217.174. Clara, como todos sabem, é um dos ícones do samba brasileiro e portelense!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Clara, Feliz Dia das Crianças!


Hoje,Dia das Crianças,certamente Clara estaria feliz com os seus filhos do lado se os pudesse ter concebido,se a fatalidade não lhe tirasse esse seu maior sonho.E,em homenagem a esse amor incontido que a fez colecionar bonecas e alimentar creches ao longo de sua vida,transcrevo um poema sobre a magia de ser criança, desejando um dia feliz para elas com muitos doces,brinquedos e, principalmente:AMOR! Que Deus as proteja e que Clara esteja na luz!

Sejamos como as crianças: com elas aprendemos a amar.
Elas são sinceras amam desinteressadamente. Se gostar de nós, logo saberemos. Não sabem dissimular. Pequeninas sorriem ao menor toque. Não criticam, indagam apenas. Não discriminam, aceitam a todos sem distinção. Sabem conviver com as diferenças. São alegres a todo tempo, cantam, dançam... Faz da vida uma eterna festa. Satisfazem-se com qualquer brinquedo, independente do quanto custou. Não tem ambição. Nos ensinam mais que qualquer sábio. Confiam... O seu olhar brilha, o seu sorriso é sincero. Não nos pede nada em troca do amor que nos dão somente carinho e atenção. Tocam a nossa alma com a sua inocência. Mesmo as que não tem a oportunidade de ter um lar, sabem sorrir, quando nos dão um sorriso, ganhamos o dia... Pois o seu sorriso é uma lição. Não existe coisa mais triste, que ver uma criança triste. Doemos o nosso sorriso a elas, sejamos alegres.
Mostremos a elas a criança que existe em nós. Elas são o nosso futuro precisam ser felizes para nos fazer felizes.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Mariene de Castro grava DVD com Zeca Pagodinho e Diogo Nogueira, no Rio de Janeiro


A apresentação acontece nesta terça-feira(9), e terá músicas de Clara Nunes no repertório 

A cantora Mariene de Castro gravará o DVD 'Ser de Luz', em homenagem à cantora Clara Nunes (1942-1983), nesta terça-feira (9), no Espaço Tom Jobim (RJ).

O projeto é idealizado pelo Canal Brasil e desenvolvido em parceria com a gravadora Universal Music. A apresentação contará com as participações de Zeca Pagodinho e Diogo Nogueira em faixas não reveladas. Clássicas como 'Conto de Areia' (Romildo/Toninho), 'O Mar Serenou' (Candeia), 'Coração Leviano' (Paulinho da Viola) e 'Canto das Três Raças' (Paulo César Pinheiro) são algumas das canções de Clara Nunes que a artista reviverá na gravação.
O show ainda contará com músicas de seu próprio repertório, como 'Pureza da Flor' (Arlindo Cruz/Jr. Dom/Bia) e 'Amuleto' (Nelson Rufino), entre outras.
Mariene será acompanhada no palco por Alceu Maia (cavaquinho e arranjos), Marcos Bezerra (Violão e viola caipira), Luís Felipe Lima (violão de 7 cordas), Israel Ramos (baixolão), Cicinho (acordeão), Iuri Passos, Fábio Cunha, Jaime Nascimento, Marcelo Pinho e André Souza (percussões).

http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/mariene-de-castro-grava-dvd-com-zeca-pagodinho-e-diogo-nogueira-no-rio-de-janeiro/